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	<title>Ricardo Berzoini &#124; Deputado Federal</title>
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		<title>Lançamento da pré-candidata Selma Rocha reúne 300 em São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 20:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em evento no Sindicato dos Engenheiros, no centro da capital, pré-candidata a vereadora, Berzoini e Fernando Haddad debatem os desafios da cidade com parlamentares, lideranças e educadores ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Em evento no Sindicato dos Engenheiros, pré-candidata a vereadora, Berzoini e Fernando Haddad debatem os desafios da cidade com parlamentares, lideranças e educadores </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No sábado, 5, o deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP) participou do lançamento da pré-candidatura de Selma Rocha a vereadora de São Paulo. Selma tem uma longa história de militância, em especial na área de Educação, e atualmente é diretora da Fundação Perseu Abramo e coordenadora de Formação Política do PT. O evento também contou com a presença do ex-ministro da Educação e pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, entre outras lideranças e parlamentares. Cerca de 300 pessoas compareceram ao Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo, para apoiar a candidatura e debater a conjuntura municipal.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Berzoini, a campanha petista na capital paulista é uma oportunidade para pensar a cidade. “A campanha deve ter o sentido pedagógico e de formação de pensamento crítico, como o mandato e o partido devem ter”, disse. Para o deputado, a cidade está se inviabilizando economicamente, e as pessoas estão adoecendo no corpo e na alma. Por isso, ele defendeu avançar na discussão da qualidade de vida dos moradores, de forma participativa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2090" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/05/selma-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2090" title="selma 1" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/05/selma-1-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para direita: vereador Donato (PT), deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT), secretaria-geral do Sindicato dos Bancários de S. Paulo e região, Raquel Kacelnikas, Fernando Haddad, Selma Rocha, o deputado federal Ricardo Berzoini (PT), Ana Fonseca, ex-secretária extraordinária para Superação da Extrema Pobreza do governo federal, e a educadora Lelia Regina Cremona (Foto: Amigos da Selma Rocha)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Selma concordou com o deputado, ressaltando que a cidade está completamente fora do desenvolvimento que o Brasil atravessa. Para ela, enquanto nacionalmente uma série de políticas públicas vem sendo debatidas, em São Paulo os temas estão ausentes da agenda da prefeitura. É o caso das discussões sobre mobilidade urbana, emancipação da mulher, incentivo ao cooperativismo como forma de geração de trabalho e renda. “São Paulo não tem ações nem individuais, nem em parceria com o governo federal.”</p>
<p style="text-align: justify;">Já Fernando Haddad destacou que nos últimos oito anos, as gestões Serra/Kassab desperdiçaram inúmeras parcerias com o governo federal, “em nome de uma política partidária sectária, que não coloca o interesse público como prioridade”.</p>
<p style="text-align: justify;">Haddad também afirmou que São Paulo está na contramão do processo que passa o país. Segundo ele, hoje, o Brasil está presente nas literaturas mundiais quando a questão é desenvolvimento e combate à pobreza. Já quando a discussão é sobre políticas públicas inovadoras em metrópoles, São Paulo fica de fora. Para ele, os paulistanos vivem as consequências disso: “A vida melhorou da porta para dentro, e não da porta para fora”.  Isso significa que economicamente a vida dos trabalhadores está melhor, com salários maiores e maior poder de consumo, mas como cidadãos, os moradores da cidade enfrentam um drama a cada dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Horas perdidas no trânsito, falta de áreas públicas de lazer e cultura, de política de moradia, ausência de um convite à participação comunitária, insegurança, segregação. Esses são alguns dos problemas diários dos habitantes da cidade, piores para quem vive na periferia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2095" class="wp-caption alignleft" style="width: 413px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/05/selma-rocha-haddad-berzoini1.jpg"><img class="size-full wp-image-2095  " title="selma rocha haddad berzoini" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/05/selma-rocha-haddad-berzoini1.jpg" alt="" width="403" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Haddad, Selma e Berzoini (Foto: Amigos da Selma Rocha)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Selma Rocha ainda destacou o nível de desigualdade da capital paulista e defendeu uma política indutora de desenvolvimento. Com sua experiência como gestora, tanto em Santo André como secretária de Educação, na gestão de Celso Daniel, como chefe de gabinete da Secretaria de Educação de São Paulo, na gestão Marta Suplicy (2001-2004), e assessora na gestão de Paulo Freire, na gestão de Luiza Erundina (1989-1993), ela citou uma série de iniciativas. Uma delas diz respeito à fila da creche em São Paulo, que chega a cerca de 120 mil crianças. Para Selma, o critério socioeconômico deveria ser considerado.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT) lembrou que São Paulo tem inúmeros desafios, e que o que estará em jogo na próxima disputa municipal será o projeto de país. “Marta e Erundina, em oito anos, fizeram o CEU, bilhete único, corredores de ônibus, depois perdemos a prefeitura, e qual avanço tivemos?”, questionou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Selma, a ideia de sua pré-candidatura é uma construção coletiva, e diante dos problemas da cidade “não vai dar para mudar nada sem participação social”. Democratizar a participação e o acesso do cidadão à Câmara também é, segundo ela, necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Berzoini participa de debate com Fernando Haddad e Selma Rocha, neste sábado (5)</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 22:40:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Evento no Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo, debate a conjuntura municipal e as eleições 2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Evento no Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo, debate a conjuntura municipal e as eleições 2012</strong></p>
<div id="attachment_2083" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/05/sao-paulo-amigos-selma-rocha.jpg"><img class="size-medium wp-image-2083" title="sao paulo amigos selma rocha" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/05/sao-paulo-amigos-selma-rocha-300x189.jpg" alt="" width="300" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">São Paulo será o tema do debate (Foto: Página do Facebook/Amigos da Selma Rocha)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Neste sábado, 5, o pré-candidato petista à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, debaterá a conjuntura municipal com a diretora da Fundação Perseu Abramo e coordenadora de formação política do PT, Selma Rocha. O debate terá a presença do deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP) e do deputado estadual Luiz Claudio Marcolino, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento será no Sindicato dos Engenheiros, Rua Genebra, 25, ao lado da Câmara Municipal, a partir das 14h.</p>
<p style="text-align: justify;">Haverá transmissão ao vivo no site <a href="http://http://www.amigosdaselmarocha.com.br/" target="_blank">www.amigosdaselmarocha.com.br</a></p>
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		<title>PT publica novo estatuto com mudanças aprovadas no 4º Congresso Nacional</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 20:07:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Congresso do PT]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Berzoini]]></category>

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		<description><![CDATA[Versão traz a redação final, incorporando os avanços obtidos pelo partido, como as cotas de 50% para as mulheres em cargos de direção]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2076" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/04/NOVO-ESTATUTO-PT.jpg"><img class="size-medium wp-image-2076" title="NOVO-ESTATUTO-PT" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/04/NOVO-ESTATUTO-PT-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Mudanças no Estatuto foram aprovadas no congresso realizado de 2 a 4 de setembro do ano passado (Foto-montagem: PT)</p></div>
<p>Aprovado na Etapa Extraordinária do 4º Congresso do PT, realizado em setembro do ano passado, o novo estatuto do partido já está disponível. A redação final foi aprovada pelo Diretório Nacional em 9 de fevereiro de 2012.</p>
<p>A nova redação traz os avanços obtidos pelo partido em seu congresso. Entre as conquistas estão a ampliação da participação das mulheres e de vários contingentes sociais brasileiros nas instâncias partidárias. A partir das próximas eleições, 50% pelo menos das vagas do Diretório Nacional da Executiva e dos cargos com função serão de mulheres.</p>
<p>Outras conquistas que agora constam no estatuto são a cota de 20% para jovens (até 29 anos) em todas as instâncias partidárias, a cota de negros em função da porcentagem da população em cada localidade considerando os dados do IBGE e o limite de três mandatos para vereadores, deputados estaduais e federais, e de dois mandatos para os senadores.</p>
<p><strong><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/04/ESTATUTO_PT_2012_-_VERSAO_FINAL.pdf">BAIXE AQUI O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA</a></strong></p>
<h3><strong>Leia também:</strong></h3>
<h3><a title="Permanent Link to Berzoini destaca avanços do PT com aprovação de novo estatuto" rel="bookmark" href="../?p=1620">Berzoini destaca avanços do PT com aprovação de novo estatuto</a></h3>
<h3><a title="Permanent Link to Reforma no Estatuto coloca PT numa nova perspectiva de partido" rel="bookmark" href="../?p=1594">Reforma no Estatuto coloca PT numa nova perspectiva de partido</a></h3>
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		<title>Berzoini elogia redução do spread bancário mas defende “supervisão rigorosa”</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 20:49:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Deputado ressalta que a presidenta Dilma Rousseff tomou mais uma iniciativa importante para fortalecer a economia nacional ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O deputado <strong>Ricardo Berzoini (PT-SP)</strong> ocupou a Tribuna  para “homenagear” a Presidenta Dilma Rousseff, que tomou mais uma  iniciativa importante para fortalecer a economia nacional optando pela  redução do spread bancário.  Ele  alertou, por outro lado, que se não houver uma supervisão rigorosa  por parte do Governo, a operação real do crédito nas instituições  públicas federais vai mitigar esse objetivo porque,” quando se fala em  redução das taxas médias, obviamente há uma taxa mínima e uma taxa  máxima, e essa operação acaba se diluindo no conjunto das atividades de  cada banco”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2069" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/04/Dilma-brasil-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-2069" title="Dilma brasil maior" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/04/Dilma-brasil-maior-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A presidenta Dilma em cerimônia de anúncio de novas medidas do Plano Brasil Maior (Foto: Wilson Dias/ABr)</p></div>
<p>“Presidenta, olhai e vigiai para viabilizar efetivamente a redução da  taxa de juros cobrada do cidadão e da empresa brasileira para aumentar  nossa produtividade e nossa eficiência”, recomendou.</p>
<p style="text-align: justify;">‘Ao orientar os bancos públicos, o Banco do Brasil e a Caixa  Econômica Federal, a buscarem a redução das suas margens de  rentabilidade por meio da redução do spread, assegurando um crédito de  melhor qualidade, com menor custo para as pessoas físicas e jurídicas do  nosso País, a Presidenta toma uma decisão necessária e urgente” ,  disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Berzoini alertou, por outro lado, que se não houver uma supervisão  rigorosa por parte do Ministério da Fazenda e do Banco Central, a  operação real do crédito nas instituições públicas federais vai mitigar  esse objetivo da Presidenta Dilma Rousseff.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o deputado, mais prudente e mais eficaz seria determinar uma  redução linear das taxas cobradas em todas as operações, e não apenas em  algumas selecionadas pelas direções dos grandes bancos federais.</p>
<p style="text-align: justify;">“É necessário que o Brasil se ajuste à realidade internacional, na  qual o crédito é muito menos oneroso para a produção, o consumo e o  investimento da sociedade. Além disso, o Banco Central tem instrumentos.  Nós, nesta Casa, podemos produzir outros para induzir todo o sistema  financeiro a viabilizar um crédito de boa qualidade, que multiplique a  produtividade no País”, recomendou.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje, o sistema bancário brasileiro é um elemento de restrição da  rentabilidade da sociedade como um todo; é um concentrador de lucros. Os  dados divulgados nos últimos dias sobre as maiores empresas brasileiras  do setor industrial agrícola, do setor de serviços e do setor  financeiro demonstram exatamente o que estou dizendo. Os maiores lucros,  as maiores taxas de rentabilidade não estão na indústria, nem na  agricultura, mas em alguns setores específicos de serviços e no setor  financeiro”, ilustrou.</p>
<p>“É preciso, sim, induzir, por meio dos  bancos públicos, a redução do spread bancário. Se não houver critério de  supervisão dessa política, pode ser que daqui a alguns meses alguém  desta tribuna denuncie a falta de efetividade dessa política”, alertou o  deputado Berzoini.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do site <a href="http://www.informes.org.br" target="_blank">PT na Câmara</a></em></p>
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		<title>Projeto do Berzoini incorpora demandas dos participantes de fundos de pensão</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 19:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fundos de pensão]]></category>
		<category><![CDATA[previdência complementar]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei 3585/2012]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Berzoini]]></category>

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		<description><![CDATA[Proposta busca aprofundar a democracia e garantir maior participação dos trabalhadores na administração de seu patrimônio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na  última sexta-feira, 30, o deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP) fez uma  palestra no XIII Congresso Nacional dos Participantes de Fundos de  Pensão, realizado pela Anapar (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão). Na ocasião, ele comunicou que havia protocolado, no dia anterior, o Projeto de  Lei 3585/2012. Elaborado após estudos e reuniões do deputado com  entidades representativas dos trabalhadores, o projeto altera  substancialmente o modelo de gestão das entidades, para aprofundar a  democracia e garantir maior participação dos trabalhadores na  administração de seu patrimônio.</p>
<p>São propostas mudanças em vários artigos das leis complementares 108 e 109, de 2001, dentre as quais destacamos:</p>
<p>• Fim do voto de minerva nos conselhos deliberativo e fiscal de todas as entidades.<br />
• Composição paritária na diretoria executiva das entidades, entre representantes dos participantes e dos patrocinadores.<br />
• Garantia de estabilidade para os conselheiros fiscais das entidades vinculadas à Lei Complementar 108.<br />
• Garantia do resgate do direito acumulado pelo participante nos planos de contribuição definida ou variável.<br />
•  Qualquer alteração em regulamento de plano de benefícios ou no estatuto  da entidade deve ser previamente negociada entre os patrocinadores e as  entidades representativas dos participantes.<br />
• As revisões de plano  feitas em decorrência de superávit deverão contemplar, exclusivamente,  revisão de premissas atuariais, redução ou suspensão de contribuições e  melhorias de benefícios, sendo vedada a devolução de valores às  patrocinadores e participantes. Ou seja, os excedentes são direcionados  para os participantes e assistidos.<br />
• Em caso de retirada de patrocínio, poderá haver a continuidade do plano de benefícios.<br />
• Não proíbe que entidades de previdência administrem planos de assistência à saúde para seus participantes.<br />
• Define as atribuições do Conselho Deliberativo nas entidades enquadradas na Lei Complementar 109.</p>
<div id="attachment_2062" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/04/berzoini-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2062 " style="border: 2px solid black; margin: 2px;" title="berzoini 2" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/04/berzoini-2-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></a><p class="wp-caption-text">Deputado  é autor do projeto, que pretende ampliar participação dos trabalhadores  na administração de seu patrimônio (Foto: Brizza Cavalcante)</p></div>
<p style="text-align: justify;">O  PL 3585 vai passar pela análise das comissões da Câmara dos Deputados  antes de ser submetido ao plenário. A Anapar e outras entidades  representativas acompanharão de perto o andamento deste processo,  organizando os participantes para debater com parlamentares a  necessidade de sua aprovação. Emendas poderão ser apresentadas. O  projeto pode ser conferido <a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/04/PL-3585_2012.pdf">aqui</a>.</p>
<p>“A  aprovação do projeto significará um grande avanço no modelo de  governança das entidades. Há muito estes aspectos da lei precisam ser  revistos, para garantir de fato uma gestão compartilhada entre  patrocinadores e participantes. Acompanharemos de perto e lutaremos pela  sua aprovação”, avisa Cláudia Ricaldoni, presidenta da Anapar.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores seguem campanha pela isenção do IR na PLR</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 18:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PLR]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Manifestação em Brasília cobrou justiça tributária. Para Ricardo Berzoini, a cobrança apresenta uma distorção sem fundamento. Expectativa é que emendas à Medida Provisória 556, prevendo o fim da cobrança, sejam aprovadas em abril ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Manifestação em Brasília cobrou justiça tributária. Para Ricardo Berzoini, a cobrança apresenta uma distorção sem fundamento. Expectativa é que emendas à Medida Provisória 556, que tratam da isenção sejam aprovadas em abril<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2057" class="wp-caption alignleft" style="width: 325px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/brasilia-justica-tributaria.jpg"><img class="size-full wp-image-2057 " title="brasilia justica tributaria" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/brasilia-justica-tributaria.jpg" alt="" width="315" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Faixas foram espalhadas pelas vias da capital federal (Foto: Sind. Bancários SP)</p></div>
<p>Nesta semana, representantes de diversas categorias de trabalhadores, como bancários, metalúrgicos, petroleiros, químicos e urbanitários, foram à capital federal cobrar o fim da incidência de Imposto de Renda (IR) na Participação nos Lucros e Resultados (PLR).</p>
<p style="text-align: justify;">“Reforma tributária com justiça social começa com PLR sem imposto” era uma das frases exibidas na manhã de terça, 27, nas principais vias de Brasília. Enquanto para acionistas de empresas não incide imposto de renda sobre lucros e dividendos, trabalhadores recebem o desconto. Por isso, a campanha pretende corrigir essa injustiça do sistema tributário brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado federal Ricardo Berzoini (PT) tem um projeto de sua autoria em tramitação na Câmara, o PL 2581/2011, onde propõe a isenção da cobrança. “A tributação da participação dos trabalhadores nos lucros pelo imposto de renda apresenta uma distorção sem fundamento: os trabalhadores, colaboradores fundamentais para a geração de tal lucro são tributados quando percebem uma pequena parte dele, e tal tributação trata como salário o que, na verdade, é parte do lucro empresarial”, justifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Brasília, os manifestantes entregaram material explicativo sobre o tema, cobrando a votação das emendas à Medida Provisória 556, que tratam da isenção – o que deve acontecer até o início do mês de abril. “Após muitos meses de luta, esperamos ter também, até o final da semana que vem, resposta concreta do governo em relação à isenção do IR na PLR”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Região, Juvandia Moreira.</p>
<p style="text-align: justify;">A mobilização pelo fim da cobrança teve início no ano passado. Um abaixo-assinado colheu 220 mil assinaturas de trabalhadores e foi entregue, em dezembro, ao governo.  “Se a PLR ficar isenta do IR, o governo deixa de arrecadar R$ 5 bilhões. Atualmente, os acionistas quando recebem dividendos ficam isentos de imposto, o que significa renúncia de R$ 16 bilhões para o governo. Queremos justiça tributária: quem ganha mais tem de pagar mais, e não menos, como está acontecendo. E no caso dos trabalhadores, o que vem para o bolso volta em forma de consumo de bens e serviços, mantendo o crescimento e consequentemente a arrecadação”, completa Juvandia.</p>
<p><em>Com informações do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Região</em></p>
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		<title>Trabalhadores protestam na Paulista pela PLR sem imposto de renda</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 21:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto a PLR é onerada, a distribuição dos lucros entre acionistas é isenta do imposto de renda. Projeto de Lei de autoria do deputado federal Ricardo Berzoini prevê a isenção da cobrança.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Enquanto a PLR é onerada, a distribuição dos lucros entre acionistas é isenta do imposto de renda</strong></p>
<p><em>Por Felipe Rousselet, do <a href="http://www.spressosp.com.br/" target="_blank">SPressoSP</a><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2050" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/protesto-na-Paulista.jpg"><img class="size-medium wp-image-2050" title="protesto na Paulista" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/protesto-na-Paulista-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalhadores queixaram-se pela PLR ser tributada e o lucro dos acionaistas não (Foto: Felipe Rousselet/SPressoSP)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na  manhã desta quinta-feira (22), em frente ao prédio do Banco Central, na  Avenida Paulista, ocorreu um ato unificado de diversas categorias de  trabalhadores pela isenção do imposto de renda cobrado sobre a PLR  (Participação nos Lucros e Resultados). O protesto, convocado pela CUT e  Força Sindical, teve a participação de bancários, metalúrgicos,  químicos, petroleiros e trabalhadores da indústria de energia. Por conta  do ato, os bancários atrasaram a abertura das agências da Paulista, que  só foram liberadas para atendimento ao público às 12h.</p>
<p style="text-align: justify;">O  movimento visa cobrar do governo, deputados federais e senadores, a  aprovação do projeto de lei que prevê a isenção do imposto de renda  sobre a PLR. Os trabalhadores se queixam que a PLR é tributada, enquanto  o lucro líquido das empresas é distribuído entre os acionistas livre de  imposto. De acordo com estudo do Dieese (Departamento Intersindical de  Estatística e Estudos Socioeconômicos), um trabalhador que recebe R$ 4  mil de PLR, paga R$ 376,05 ao imposto de renda, uma alíquota de 9,4%.  Por outro lado, para o acionista que recebe o mesmo valor, derivado da  partilha do lucro líquido da empresa, não é cobrado o imposto de renda  desde 1996.  Os representantes das categorias foram unânimes na defesa  de uma reforma tributária ampla, que estabeleça que aqueles que ganham  mais devem pagar mais impostos que aqueles que ganham menos, e não o  contrário como acontece atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Sérgio  Nobre, presidente do Sindicato dos Metarlúgicos do ABC, afirmou que a  isenção não significa corte de receitas  para os cofres do governo. “O  trabalhador, com o dinheiro da isenção no bolso, vai poder comprar mais  geladeiras, fogões, automóveis. A receita que deixa de ser arrecadada  volta aos cofres públicos com o aumento do consumo.” O sindicalista  ressaltou que nos dois primeiros meses de 2012 o setor automotivo sofreu  uma queda de 19,5% na produção, e que mais dinheiro no bolso do  trabalhador ajudaria a economia a reaquecer-se. Nobre comandou um  protesto na via Anchieta, na manhã de ontem (21), também pelo fim da  tributação sobre o PLR. Após o protesto de ontem, representantes dos  sindicatos se reuniram com o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, que  pediu 15 dias para estudar a reivindicação. De acordo com o ministro, o  impacto da isenção nas contas públicas seria de R$ 5 bilhões. A resposta  do ministro decepcionou as centrais sindicais, que esperavam por uma  resposta concreta do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2051" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/protesto-bancarios.jpg"><img class="size-medium wp-image-2051" title="protesto bancarios" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/protesto-bancarios-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestantes defenderam reforma tributária (Foto: Felipe Rousselet/SPressoSP)</p></div>
<p style="text-align: justify;">A  presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região,  Juvandia Moreira, lembrou a importância da união de diferentes  categorias de trabalhadores pela isenção. “Todas as conquistas que os  trabalhadores já conseguiram no País só foram possíveis graças à união  das categorias em torno do mesmo objetivo. A luta fica mais forte”,  disse a presidenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para  Wagner Freitas, tesoureiro nacional da CUT (Central Única dos  Trabalhadores), a relutância em desonerar o PLR é “um tiro no pé de um  governo tão importante para a classe trabalhadora”. Freitas esclareceu  que os empresários, ao invés de proporcionarem aumento de salário ao  trabalhador, dão a PLR como compensação, economizando com o não  pagamento de direitos trabalhistas que incidem no salário. Dessa forma,  segundo o tesoureiro da CUT, a PLR é parte integrante do salário, e  salário como não é renda, não deve ser tributado.</p>
<p style="text-align: justify;">O  protesto encerrou-se às 12h30. Na terça-feira (27), representantes dos  sindicatos vão a Brasília presionar os deputados a votarem projetos que  isentem a PLR, como o apresentado pelo deputado Ricardo Berzoini (PT).</p>
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		<title>Metalúrgicos ocupam Anchieta pela isenção de Imposto de Renda na PLR</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 21:01:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta, 22, na Av. Paulista, acontece outro ato contra a tributação da Participação nos Lucros e Rendimentos. Projeto de Lei, de autoria de Ricardo Berzoini, que prevê o fim da cobrança, deve ser votado a partir do dia 25]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nesta quinta, 22, na Av. Paulista, acontece outro ato contra a tributação da Participação nos Lucros e Rendimentos</strong></p>
<p><em>Por Felipe Rousselet, do <a href="http://www.spressosp.com.br" target="_blank">SPressoSP</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2045" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/metalurgicos-imposto-de-renda-PLR.jpg"><img class="size-medium wp-image-2045" title="metalurgicos imposto de renda PLR" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/metalurgicos-imposto-de-renda-PLR-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Bancários, metalúrgicos e químicos estão unidos contra a cobrança de imposto sobre a PLR (Foto: Raquel Camargo/SMABC)</p></div>
<p>O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC  realizou na manhã desta quarta, 21, uma grande manifestação na pista  marginal da rodovia Anchieta. De acordo com a entidade, 20 mil  metalúrgicos participaram do protesto. Já a PM estimou que 10 mil  pessoas estiveram no ato. Os manifestantes saíram das portarias da  Mercedes e Ford, em São Bernardo, e caminharam até o km 14 da rodovia.  Os trabalhadores cobraram do governo a isenção do imposto de renda sobre  a PLR (Participação nos Lucros e Rendimentos), além de medidas para  reaquecer a indústria nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">O protesto faz parte de uma iniciativa  conjunta dos metalúrgicos, bancários e químicos pelo fim da tributação  do PLR. A principal queixa das categorias é que enquanto o trabalhador  tem sua participação nos lucros tributada, a parcela do lucro líquido  distribuída aos acionistas das empresas é isenta do imposto desde 1996. O  deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP) é autor de um projeto, em  tramitação na Câmara, que visa alterar a Lei nº 10.101, de 19 de  dezembro de 2000, acabando com a cobrança. A proposta deve ser votada a  partir do próximo dia 25.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente do sindicato, Sérgio  Nobre, o protesto teve êxito. “O objetivo da manifestação foi alcançado.  Chamamos a atenção da sociedade”, afirmou. O presidente da CUT-SP  (Central Única dos Trabalhadores – SP), Adi dos Santos Lima, afirmou que  o ato terá repercussão em Brasília e que o governo ficou ciente do que  os trabalhadores almejam. Ainda na tarde desta quarta-feira, Sérgio  Nobre e outros sindicalistas vão se encontrar com o Ministro da Fazenda,  Guido Mantega, apara apresentar suas propostas para reaquecer a  indústria nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta quinta, 22, os bancários vão  retardar a abertura das agências e departamentos dos centros  administrativos da região da Paulista. Às 11h, em frente ao prédio do  Banco Central, bancários, metalúrgicos e químicos vão realizar um grande  ato pelo fim do imposto sobre a PLR. No dia 27 de março, os  trabalhadores destas três categorias vão ao Congresso Nacional, em  Brasília, entregar material da campanha e pressionar pela aprovação da  PLR livre do imposto de renda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leia também:</strong></p>
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		<title>Não se privatiza</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 14:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[concessão]]></category>
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		<description><![CDATA[Em artigo publicado no jornal O Globo, desta terça, 20/3, Ricardo Berzoini explica a diferença da concessão da operação dos aeroportos e a privatização. No caso dos aeroportos, não se trata de privatização, pois não há alienação de patrimônio público]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2041" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/aeroporto.jpg"><img class="size-medium wp-image-2041" title="aeroporto" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/aeroporto-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Concessão dos aeroportos não é privatização. Na foto, o aeroporto internacional de Guarulhos-SP (Foto: Infraero)</p></div>
<p>Leia artigo do deputado federal Ricardo Berzoini publicado no jornal <em>O Globo, </em>desta terça, 20/3, onde o parlamentar explica a diferença da concessão da  operação dos aeroportos e a privatização. No caso do leilão, &#8220;a permanência  do poder revela-se na presença da Infraero no sistema de  concessão e,  mais ainda, na figura da Autoridade Aeroportuária que  deverá coordenar  ações nos aeroportos&#8221;.</p>
<h2>Não se privatiza</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ricardo Berzoini(*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O  recente leilão da concessão dos aeroportos de Guarulhos, Brasília e  Campinas provocou a retomada de um debate que já havia aparecido quando  das concessões de rodovias federais em 2007. A oposição partidária e  setores da mídia tentam colocar o PT e os governos Lula e Dilma na  defensiva. Misturam alhos com bugalhos para pôr na mesma vala diferentes  tipos de políticas em relação ao Estado e às formas de alienar ou  conceder a exploração de serviços públicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Parte  dessa polêmica deriva da ausência, na sociedade e nos partidos, de um  debate mais aprofundado e consistente sobre o que deve ser totalmente  operado pelo poder estatal. Envolve abordar a soberania nacional e o  interesse público.</p>
<p style="text-align: justify;">A Constituição Federal prevê que a  União deverá explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão  ou permissão a navegação aérea, aeroespacial e a infraestrutura  aeroportuária. Nesse caso, é óbvio interesse da soberania o controle do  espaço aéreo, no que tange à segurança nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">É  nítido o interesse público de que exista uma razoável prestação de  serviços de transporte, com tarifas e horários que atendam à demanda,  com segurança e qualidade. Esses serviços, que envolvem complexas  operações, devem ser prestados por entes estatais, mistos ou privados,  observado o interesse público.</p>
<p style="text-align: justify;">A concessão da  operação dos aeroportos não é privatização, pois não se aliena  patrimônio público. Como as estradas concedidas em São Paulo, que não  são privatizadas, pois continuam como ativo do povo paulista.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto,  o modelo de concessão paulista é questionável, pois a taxa de retorno  das rodovias concessionadas é muito acima da inflação. O interesse  público foi desconsiderado.</p>
<p style="text-align: justify;">Aeroportos, estradas,  ferrovias, hidrovias podem ser mantidos em diferentes regimes de  operação. O que o Estado não pode perder é a condição de &#8220;poder  concedente&#8221;, assegurando condições de concessão justas, atrativas e  eficazes, beneficiando os concessionários mas acima de tudo a sociedade e  os usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos aeroportos, a permanência  do poder revela-se na presença da Infraero no sistema de concessão e,  mais ainda, na figura da Autoridade Aeroportuária que deverá coordenar  ações nos aeroportos.</p>
<p style="text-align: justify;">O neoliberalismo tentou  estabelecer um princípio universal de que privatização seria a panaceia e  que o que é estatal não presta. No Brasil, tucanos e demos empreenderam  uma alienação acelerada de empresas estatais, em circunstâncias  suspeitas, como os leilões das telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Vender  a Vale foi conveniente para o interesse nacional? Por que não conceder  autorização para novas empresas de telecomunicações em vez de vender as  empresas? O sistema elétrico ficou mais confiável e com tarifas justas  depois da privatização de geradoras e distribuidoras?</p>
<p style="text-align: justify;">Esse  é o debate. As concessões de estradas e aeroportos e a eventual venda  de alguma empresa de menor importância não significam um recuo  ideológico de nenhum governo. Demonstram que não há medo de tomar as  decisões necessárias diante dos desafios de um novo período de  desenvolvimento nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os fundamentalistas  neoliberais que desmontaram o Estado ainda não conseguiram readequar seu  discurso e não veem que há uma diferença essencial: há governos que  vendem o interesse público e o interesse nacional a qualquer preço. E há  governos que defendem o interesse nacional, observando as  circunstâncias, o valor do patrimônio público e os impactos sociais  relevantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RICARDO BERZOINI</strong> é deputado federal (PT-SP).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Berzoini recebe Fórum contra Terceirização e concorda em ampliar debate</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 18:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Berzoini]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Contraf]]></category>
		<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum contra terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>

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		<description><![CDATA[Deputado defende discussão com ampla participação da sociedade sobre o Projeto de Lei que regulamenta a contratação de terceiros por empregadores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2026" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/forum-terceirizacao.jpg"><img class="size-full wp-image-2026" title="forum terceirizacao" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/forum-terceirizacao.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a><p class="wp-caption-text">Berzoini defende debate com participação da sociedade (Foto: Anamatra)</p></div>
<p>O  Fórum em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores Ameaçados pela  Terceirização foi recebido nesta quarta-feira (14) em audiência pelo  novo presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania  (CCJC) da Câmara, deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP), em  Brasília.</p>
<p>O  objetivo foi discutir a tramitação da regulamentação da terceirização  diante do projeto de lei substitutivo ao PL 4330/04, do deputado Sandro  Mabel (PMDB-GO). O substitutivo, que teve como relator o deputado  Roberto Santiago (PSD-SP), amplia e facilita o processo de contratação  de terceiros pelos empregadores, ameaçando assim os direitos  trabalhistas. O projeto aguarda parecer na CCJC.</p>
<p>&#8220;O  Fórum apresentou posição contrária ao substitutivo e defendeu premissas  para a regulamentação do tema, que são fundamentalmente:  responsabilidade solidária entre tomadores e prestadores de serviços, a  isonomia salarial e de demais direitos entre todos os trabalhadores e a  proibição da terceirização na atividade fim das empresas&#8221;, destaca  Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da  Contraf-CUT, que participou da reunião.</p>
<p>Miguel  explica que o Fórum solicitou ao deputado a garantia de um debate  democrático dentro da CCJC durante o processo de tramitação do projeto,  fato que não ocorreu na aprovação da matéria no âmbito da Comissão de  Trabalho, de Administração e Serviço Público (Ctasp).</p>
<p>Berzoini  assumiu compromisso de ampliar o debate. &#8220;O deputado afirmou que vai  garantir um processo de discussão sem atropelos, de modo que toda a  sociedade participe&#8221;, ressalta Miguel.</p>
<p>O  substitutivo aprovado representa na prática, avalia o dirigente da  Contraf-CUT, uma verdadeira reforma trabalhista com a precarização de  direitos do trabalhador, caminhando para aniquilamento do próprio  direito do trabalho. &#8220;Além de precarizar os direitos dos trabalhadores, a  terceirização tem enorme impacto social, uma vez que reduz salários e o  terceirizado é discriminado em todos os espaços da empresa e na  sociedade. É um golpe contra o emprego decente, contra a CLT e contra a  organização dos trabalhadores&#8221;, aponta.</p>
<p>Também  participaram da audiência o Sindicato dos Bancários de São Paulo, CUT,  CTB, CGTB, Nova Central Sindical, Associação Latino-Americana de Juízes  do Trabalho (ALJT), Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho  (ANPT), Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho  (Anamatra).</p>
<p><strong>Próximos Passos</strong></p>
<p>Segundo  Miguel, o Fórum agendará em breve reunião com o relator do projeto na  CCJC, o deputado Artur Maia (PMDB-BA). Além disso, a ANPT e a ALIT devem  encaminhar notas técnicas sobre terceirização, produzidas pelas  entidades, para a CCJC.</p>
<p>O  Fórum aproveitou a audiência e convidou Berzoini para o seminário  acadêmico sobre terceirização, que acontecerá nos dias 12 e 13 de abril,  no Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), da  Unicamp, em Campinas.</p>
<p><strong>Sobre o Fórum</strong></p>
<div id="attachment_2034" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/manifesto-terceirizacao.png"><img class="size-medium wp-image-2034" title="manifesto terceirizacao" src="http://berzoini.org/site/wp-content/uploads/2012/03/manifesto-terceirizacao-300x199.png" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Bancários distribuem carta sobre o manifesto contra o substitutivo ao projeto de lei do deputado Sandro Mabel (Foto: Sind. Bancários S. Paulo e Região)</p></div>
<p>A  Contraf-CUT foi uma das entidades fundadoras do Fórum, idealizado após a  audiência pública do TST sobre terceirização realizada no ano passado &#8211;  a primeira audiência pública da história do Tribunal &#8211; e lançado em  dezembro de 2011 na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Além  da Contraf-CUT, participam a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a  Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a  Contraf-CUT, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, a Associação  Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), a Associação Nacional dos  Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a Associação  Latino-Americana de Juízes do Trabalho (ALJT), o Centro de Estudos  Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit) da Unicamp, o Dieese e o  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).</p>
<p>Para  os integrantes do Fórum, a ideia é ampliar o espaço de debate, para dar  a exata dimensão dos impactos sociais da terceirização e, a partir  dessa frente, pautar a sociedade sobre o tema.</p>
<p><strong>Mesa temática de terceirização nesta quinta</strong></p>
<p>A  Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam nesta quinta-feira (15),  às 15h, a mesa temática de Terceirização com a Fenaban, em São Paulo. A  reunião deverá ser marcada, de acordo com Miguel, pela continuidade dos  debates sobre call center.</p>
<p>&#8220;Queremos  que os bancos apresentem de maneira objetiva o que consideram ser  tarefas de call center e quantos trabalhadores estariam nestas  atividades. E a partir destes parâmetros iniciais poderemos traçar as  condições objetivas das propostas para a internalização dos serviços&#8221;,  explica o dirigente sindical.</p>
<p><em>Fonte: Contraf-CUT</em></p>
<h3>Leia também:</h3>
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<h4><a href="../?p=1856" target="_blank">Berzoini defende a adoção de regras claras para a terceirização do trabalho</a></h4>
<h4><a href="../?p=1842" target="_blank">Berzoini critica PL sobre terceirização</a></h4>
<h4><a href="../?p=1829" target="_blank">Há desigualdade entre capital e trabalho, afirma Ricardo Berzoini</a></h4>
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	</channel>
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